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20/06/2017 - Pensar para conservar

De atitudes diárias dependerão as condições presentes e futuras do meio ambiente. Preservar e evitar o desperdício dos recursos naturais e de alimentos são formas de elevar a qualidade de vida de todos.

 

*Por Antonio Luis Francisco (PJ)


O tema definido para o Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano, comemorado no dia 05 de junho, nos permite avaliar a abrangência que esta questão nos impõe. “Pensar, Comer e Conservar – Diga não ao desperdício” vai além da preservação da fauna ou da flora, e refere-se à manutenção da vida humana, uma vez que da terra, da água e do ar tiramos nosso sustento.

Com a determinação deste tema, a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para Alimentação e Agricultura (FAO) tem por objetivo fazer com que as pessoas reflitam sobre o impacto ambiental de suas atitudes, de forma individual ou coletiva. Mais do que isso, a campanha chama a atenção para a necessidade de se reduzir e mesmo eliminar o desperdício seja de alimentos, seja de recursos naturais.

Desde a irrigação do solo, da plantação à colheita, além da preparação do produto in natura, a água é fundamental para a produção de alimentos. Dados da ONU indicam que a atividade agrícola é responsável por 70% do consumo de água potável no mundo. Daí a necessidade de racionalizar o uso dos recursos hídricos para que a produção de alimentos seja compatível com as necessidades básicas dos cerca de sete bilhões de habitantes do planeta.

Diante destes dados, desperdiçar alimentos é desperdiçar água que, em diversas regiões do mundo, já é um recurso escasso. Estruturar os processos produtivos para que a utilização dos recursos hídricos ofereça melhores resultados é uma das formas de se reduzir as perdas de água e de alimentos.

Nem só pelo desperdício observado em toda a cadeia, com sistemas de irrigação deficientes, falta de cuidado no transporte e armazenamento e até a partir de nossas casas, evitar o descarte desnecessário de alimentos também é um dever de todos.

A água que nos alimenta é também fundamental para a higienização de criadouros, fábricas e embalagens que, em última instância, uma vez contaminados os alimentos devem ser descartados, o que mais uma vez significa desperdício. Muitos suinocultores e avicultores, por exemplo, já utilizam lavadoras de alta pressão para a limpeza das áreas de criação, como forma de colocar no mercado carnes de qualidade garantida e aproveitando uma das principais vantagens desses equipamentos: a economia de água, que chega a ser oito vezes menor se comparado a uma torneira comum.

As lavadoras, fabricadas por empresas que prezam pela qualidade e eficiência, contribuem para o atendimento às determinações da portaria 326 da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) quanto ao asseio destes ambientes, bem como ao programa de limpeza e desinfecção sugerido pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que combina alta pressão com alta temperatura e aditivos (detergentes).

A responsabilidade é de todos. Dos cidadãos e de empresários, que podem desenvolver produtos e processos que otimizem o uso dos recursos, a produtividade e a eliminação de desperdícios. Preservar o meio ambiente e agir de forma a reduzir os impactos de nossas ações é um caminho sem volta que todos nós devemos tomar. É desta forma que manteremos a vida humana e de nosso planeta.


* Antonio Luis Francisco (PJ) é Diretor Geral da JactoClean, referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza.

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